ESPOSA DE SUSPEITO INSURGENTE MORTO ALEGA TORTURA, MOSTRA FOTOS

November 29, 2019 by No Comments

BANGKOK – A esposa de um suposto insurgente que morreu depois de cair inconsciente, enquanto custódia militar revelou fotos sugerindo que ele poderia ter sido torturado.

Sumaiya Minka na quarta-feira afirmou que seu falecido marido, Abdulloh Esormusor, foi torturado enquanto estava detido por 12 horas em um acampamento militar na província de Pattani. Ela apoiou as alegações com fotos supostamente tiradas na unidade de UTI de um hospital logo após seu falecido marido, Abdulloh Esormuso, chegar inconsciente em 22 de julho.

As fotos mostram marcas vermelhas nos pulsos de Abdulloh, que podem ter sido deixados de serem amarradas por uma corda. Também são visíveis marcas em seus dedos que poderiam ter sido o resultado de um choque elétrico. Uma foto mostra líquido escorrendo para fora de sua orelha.

Sumaiya apresentou as fotos tanto para o Futuro Partido Para A Frente no Parlamento, e para a filial local do Escritório do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos.

A futura porta-voz do Partido Forward, Pannika Wanich, disse aos jornalistas em entrevista coletiva hoje que houve 54 mortes misteriosas custódia militar desde 2014. Quase todos os falecidos foram muçulmanos tailandeses-malaios.

“Abdulloh não foi o primeiro a sair de um campo militar com ferimentos graves, aleijados ou mortos”, disse Pannika.

Ela disse que a documentação do Pattani Human Rights Research Group descobriu que 51 por cento dos mortos eram muçulmanos tailandeses-malaios com idades entre 29 e 38. 57 por cento eram da província de Pattani.

O Futuro Partido Avançado, em seguida, instou o primeiro-ministro General Prayuth Chan-ocha, o Ministério da Defesa e as forças armadas a esclarecer as circunstâncias que levaram à morte de Abdulloh.

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